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quinta-feira, 11 de novembro de 2010

COMO POUPAR NO SUPERMERCADO

Compras no supermercado

Sejam compras diárias, semanais ou do mês, as contas do supermercado somadas representam sempre uma fatia significativo do orçamento financeiro de qualquer pessoa. Ora se por um lado os alimentos e outros bens pessoais e domésticos são imprescindíveis, saiba que existem várias maneiras de reduzir as despesas de supermercado sem esvaziar muito o carrinho de compras, nem a carteira. Junte o útil ao agradável com estas dicas!
Vá sempre com uma lista. Prepare, com alguma antecedência, uma lista das coisas que tem de comprar no supermercado, verificando frigorífico, congelador, armários e despensa para não se esquecer de nada. Se sabe exactamente o que precisa e se se guiar exclusivamente por essa lista, corre menos riscos de comprar produtos desnecessários e, muitas vezes, caros. Se conhece bem o supermercado onde vai, tente organizar a lista conforme a disposição dos produtos na loja (da esquerda para a direita, por exemplo) – assim, vai ainda poupar tempo e evitar andar para trás e para a frente!
Orçamento definido. Quando for fazer as compras mensais, e tendo em conta as experiências do passado, estipule um orçamento. À medida que for colocando os produtos no carrinho faça contas: por exemplo, se algo custa R$4.33 arredonde para R$5 e assim sucessivamente. Será mais fácil ir somando e não tem de andar no supermercado de calculadora! Esta é uma boa dica porque, para além de ajudá-lo a manter-se fiel à sua lista de compras inicial, evita compras completamente desnecessárias e a sua carteira agradece!
A outra lista. Quando acabar alguma coisa – pasta de dentes, molho de tomate ou esparguete – anote, de preferência num bloco de notas próximo da despensa ou colado ao frigorífico. Assim, sempre que for às compras, metade da lista já está pronta! Se tiver de sair de casa cada vez que se lembra que não tem ovos ou leite, os seus gastos – tempo, combustível e até do próprio produto (se o comprar num mini-mercado ou loja do posto de abastecimento) vão aumentar substancialmente!
Folhetos publicitários. Analise os folhetos publicitários que recebe diariamente na caixa de correio, comparando preços. Para além de o ajudar a planear e até a dividir as suas compras entre duas ou mais lojas, é uma excelente forma de estar atento e, consequentemente, aproveitar as promoções. Depois das compras, guarde os recibos para poder fazer comparações adicionais entre os vários supermercados, apontando, definitivamente, os mais económicos.
Compre em grandes quantidades. Se o papel higiénico, as pilhas, as lâmpadas e outros produtos que não têm prazo de validade estiverem em promoção, aproveite os preços baixos e faça um bom stock lá em casa. Estes não se estragam de certeza! O mesmo aplica-se a alimentos com prazos de validade longos, caso do leite, cereais e enlatados. No que toca aos outros alimentos, é para isso que serve o congelador (ver em baixo)!
Concentre as compras. É claro que existem alguns alimentos, nomeadamente os frescos como fruta e vegetais que precisam de ser adquiridos com mais frequência, no entanto, os restantes produtos podem ser comprados em sessões de compras únicas – uma vez por mês ou então de dois em dois meses. Sim, vai carregar muitos mais sacos, mas em contrapartida vai poupar tempo e dinheiro (principalmente combustível!) do que se fosse mais frequentemente ao supermercado.
Evite a “comida de plástico”. Resista à compra de refeições pré-preparadas, pré-congeladas, a dita “comida de plástico” e ainda as guloseimas que enchem prateleira atrás de prateleira nas lojas. A relação entre o valor nutricional e o valor financeiro deste tipo de produtos é nulo e até bastante negativo se pensarmos exclusivamente em termos de saúde. Claro que uma guloseima ocasional é permitida e bem-vinda, mas faça isso a excepção e não a regra!
Beba água. Troque os sumos, iced teas e refrigerantes por água. Para além de o H2O ser mais barato, é mais saudável!
Carne e peixe. Estes dois alimentos são dos mais caros que existem e aqueles que mais consumimos… então, como contornar a situação? Tente reduzir e/ou alternar o seu consumo com pratos vegetarianos, massas ou pizzas feitas em casa. Não parece tentador?
Diga sim às marcas brancas. A proliferação de marcas brancas (normalmente com o nome do supermercado que representam) veio para ficar! Significativamente mais económicos face às “marcas de nome”, renda-se à competição, mesmo que comece apenas por experimentar um ou outro produto. Vai surpreender-se com o resultado: menos dinheiro e a mesma (ou melhor!) qualidade parece um motivo mais que válido!
Prazos de validade. Mantenha-se sempre atento aos prazos de validade dos diferentes produtos, colocando aqueles cujo prazo é mais curto à frente dos restantes. Assim, será mais fácil controlá-los e evitar que acabem no caixote do lixo. O mesmo aplica-se aos restos de comida que vão acumulando das diferentes refeições: utilize-os mal possa, ora para confeccionar uma nova refeição, ora mesmo como sobras aquecidas para o almoço do dia seguinte. Afinal, se a comida é assim tão cara, não vamos passar a vida a deitá-la fora, pois não?
Congelador: um aliado. Um congelador espaçoso é um excelente aliado quando a missão é reduzir os custos de supermercado. Porquê? Pode aproveitar ainda mais promoções – de carne, peixe e vegetais – e congelá-los, mantendo sempre um stock recheado. É ainda ideal para congelar comida, ou seja, se confeccionou demais, congele e evite as sobras que muitas vezes não chegam a ser consumidas.
Sacos reutilizáveis. Se o supermercado que frequenta exige o pagamento de sacos plásticos, leve de casa os seus próprios sacos – podem ser de plástico ou (preferencialmente!) de pano – poupa dinheiro e o meio ambiente!
Cupões & Cartões. Nos dias que correm quase todos os supermercados têm algum tipo de cartão ou cupões que beneficiam os seus clientes com descontos directos em centenas de produtos. Habitue-se a andar com eles na carteira para poder usufruir das várias poupanças disponíveis cada vez que for ao supermercado. Pode parecer pouco dinheiro inicialmente, mas ao longo de um ano inteiro, é muito significativo!
Barriga cheia. Nunca vá às compras com fome: está mais do que provado que quem for, não conseguirá resistir ao impulso de comprar mais do que devia e, muitas vezes, apenas junk food! Até o seu subconsciente consegue gastar dinheiro!
Data e hora marcada. Procure saber em que dias é que o seu supermercado recebe a fruta e os legumes e programe as compras para essa altura – vai gastar dinheiro, mas ganhar em qualidade e frescura! Procure fazer as compras nas horas de menos tráfego – de manhã mal abra as portas, à hora do almoço, do jantar ou à noite antes de fechar – para além de ser mais fácil manobrar o carrinho das compras, será uma experiência menos stressante. E como é menos stressante, não vai fazer as compras a correr pelo supermercado, agarrando a primeira coisa que aparecer à sua frente, sem consultar preços… só porque quer fugir de uma loja superlotada!
Vá com tempo. As compras avultadas exigem tempo e paciência para que possa avaliar bem as dez marcas de limpa vidros e de café que tem à sua disposição: a diferença de preços, tamanhos, eventuais promoções… E quem diz limpa vidros e café, diz basicamente tudo o resto!
Crianças não entram. Ainda no que concerne ao tema de compras pouco stressantes, o ideal é deixar as crianças sempre em casa. Terá de concentrar-se em duas tarefas exigentes em simultâneo, para não falar na mil e uma coisas que elas vão querer comprar ou que vão atirar para dentro do carrinho e que você vai acabar por adquirir só porque já está cansado de os ouvir!
Olhos abertos. Quando estiver a pagar, esteja atento aos preços que estão a ser marcados. Se estiver muito ocupado a colocar as compras nos respectivos sacos, guarde 5 minutos para, no final, rever com atenção o talão de compra. É natural que, no meio de milhares de produtos, existam erros de preço, no entanto, é por isso mesmo que tem de manter os olhos bem abertos! Se verificar alguma anomalia, dirija-se de imediato ao balcão de apoio ao cliente. Um engano hoje, outro amanhã… dá dinheiro no final do ano!

COMO POUPAR NOS MEDICAMENTOS

Os medicamentos são essenciais para a sua saúde, principalmente para aquelas pessoas que necessitam de manter a sua medicação regular, tendo assim uma grande despesa mensal apenas em termos fármacos. Infelizmente, cortar nas despesas farmacêuticas implica descurar a sua saúde e isso é completamente inadmissível.

Em primeiro lugar, sempre que possível deverá optar pela opção dos genéricos. Pergunte ao seu médico se é possível prescrever o medicamente genérico, que geralmente tem o mesmo efeito e os seus custos são consideravelmente mais baixos. Alguns médicos evitam prescrever esse tipo de medicamentos, mas caso sinta essa necessidade orçamental poderá perguntar ao farmacêutico assim que tiver a levantar a sua receita, facilmente ele lhe indicará um genérico exactamente igual ao medicamento prescrito, e a metade do seu valor.
poupar medicamentos Como poupar nos medicamentos
Para o caso daqueles medicamentos mais comuns de utilizar, como o ibuprofeno ou paracetamol, é normal possuir sempre uma embalagem em casa, por isso se o seu médico lhe receitar, informe-o que tem em casa e não necessita de estar a comprar mais uma unidade. Assim além de poupar algum dinheiro na sua receita, evita também que os medicamentos passem a sua validade sendo depois necessário entregá-los na sua farmácia. Para o caso de a quantidade que possui em casa não ser suficiente para concluir o tratamento, opte por comprar através da receita pois ficará muito mais barato.
Para aqueles que compram medicamentos com alguma regularidade é aconselhável que adquira o Cartão Farmácias Portuguesas. Com este cartão, ao adquirir medicamentos estará a acumular pontos que mais tarde poderá ser trocado por produtos e serviços de saúde e bem-estar. No entanto, infelizmente, ainda nem todas as farmácias aderiram, informe-se primeiro se a sua farmácia de eleição já aderiu, e caso não o tenha feito pondere mudar de farmácia para poder usufruir das vantagens do cartão.

ORÇAMENTO FAMILIAR


Fazer um orçamento familiar não é tão difícil; a dificuldade está na execução. Normalmente todos iniciam com boas motivações mas no decorrer do tempo vemos que os resultados estão fora do planejado. Aqui vão três sugestões para que você consiga planejar e ao mesmo tempo por em prática um orçamento familiar.

Ter atitude positiva

Começe a planejar com pensamento positivo. Se ele for elaborado achando que orçamento familiar é sacrifício, haverá problemas na hora da execução. Não fique a imaginar nos pontos negativos mas pense nas conseqüências futuras que um bom orçamento familiar irá lhe trazer. Ou seja, nas recompensas que você vai obter como resultado.

O que você vai conseguir ao por em prática este novo planejamento financeiro? Você vai liquidar mais cedo uma dívida pendente, vai poder guardar dinheiro para viajar com a família nas próximas férias, fazer reforma da casa ou ainda para a educação dos seus filhos. Seja qual for a meta na sua vida, você precisa se concentrar em cima do planejamento financeiro feito para que seja o melhor caminho para você conquistar os seus objetivos.

Estar sempre motivado

Além da atitude positiva, você precisa estar sempre motivado. O que sempre acontece numa situação destas é que, por seguir a risca o plano traçado, com o passar do tempo a sua vida acaba se tornando uma rotina. Você não pode se desmotivar, porque senão irá perder o foco.

Para que você esteja sempre motivado, pense em algo para você premiar-se a si próprio, seja através de pequenos incentivos, seja criando novos objetivos para a sua vida. Você precisa sempre procurar algo que lhe de motivação para chegar até a linha final. Por exemplo, se você conseguir liquidar a dívida do cartão de crédito, que momento estava previsto para ser liquidado em 8 meses em 7 meses, pense num prêmio para você mesmo. Algum prêmio que lhe de satisfação, sem precisar gastar muito.

Atingir metas de orçamento familiar não é um trabalho fácil. Por isso precisamos sempre estar entusiasmados e com o foco voltado para atingir a meta estabelecida.

Faça um planejamento financeiro realista

Um dos maiores erros cometidos por pessoas que fazem o planejamento financeiro é criar metas muito difíceis logo de início. O que acontece é que por serem metas bem elevadas, ficam desmotivados quando as metas não são atingidas. Criar metas elevadas é muito importante, mas no início é melhor criar metas mais modestas e possíveis de concretização.

Uma maneira fácil de começar é fazer pequenos planos para curtos espaços de tempo. A partir destas pequenas conquistas passamos para a meta seguinte. E estas pequenas metas vão contribuir para a grande meta que almejamos atingir. E assim por diante até o objetivo final.

O planejamento financeiro de pequenas metas e a sua realização nos dá segurança e convicção em nossa capacidade e logo estaremos realizando o nosso objetivo.

14 DICAS PARA CONTROLAR AS SUAS FINANÇAS

Não perca a cabeça quando a fatura do cartão ou o extrato do banco chegarem no final do mês: aprenda a se controlar e ser dono(a) da sua vida financeira também !


Cartão de crédito, cheque pré-datado, liquidação… Essas palavrinhas parecem deixar tudo tão simples e barato, não é? Até a hora de pagar a fatura, cobrir o cheque ou perceber quantas coisas baratinhas você comprou no final do mês. Apesar da fama delas, a contadora Dora Ramos, dona da assessoria empresarial Fharos, em São Paulo, diz que, por sua experiência, as mulheres são mais controladas do que os homens.
“Algumas mulheres são compulsivas, claro, mas, no geral, são mais controladas. Às vezes, agem por impulso e cedem a uma promoção… Mas o que falta mesmo para todo mundo é planejamento”. Veja as dicas de Dora para controlar as finanças e faça o teste desenvolvido pelo consultor financeiro Ricardo Melo.

- Não dá certo deixar as contas na cabeça. Coloque tudo no papel e faça um balanço financeiro. “Assim, a pessoa tem mais consciência dos gastos e pode analisar o que tem para pagar. Você vai ter uma surpresa quando notar a quantia que gastou com coisas que não precisava.”.

- Não descarte as notas fiscais e comprovantes do cartão. “Jogue todos os papéis na bolsa e, quando for limpá-la, coloque todas essas notas em uma caixa. No final do mês, sente-se com uma calculadora e faça as contas, inclusive dos pequenos gastos com o cartão de débito”.

- Pare de se seduzir com os cheques pré-datados. Afinal, como diz Dora, “uma hora eles caem”. O mesmo vale para os cartões de loja, de crédito e carnês, que parecem oferecer parcelas pequenas mas, somadas, formam uma grande dívida.

- Liberte-se da escravidão do limite de crédito. “Pare e pergunte-se: eu quero ser livre ou quero ser escravo? Sente-se e planeje como cobrir o débito no banco. Corte todos os supérfluos. Não tem jeito: você terá que abrir mão de algumas coisas para sair do buraco”. Use o 13º ou um dinheiro extra para pagar dívidas. “Se você não consegue se controlar, solicite ao gerente que cancele o limite de sua conta”.

- Não fique contando com renegociações do banco. “Fazendo isso, o cliente entra para a lista negra: perde direito a talão de cheques, limite e cartão de crédito, que são importantes, se forem bem utilizados”.
- Cuidado com os seus sonhos. “Mesmo tendo dinheiro para mudar para um apartamento maior ou comprar um carro novo, pense que você terá outros encargos: IPTU, condomínio, IPVA, seguro do carro…”.
- É verdade: os impostos são altos e o salário pode ser baixo, mas isso não é motivo para você gastar. “Certas coisas você não tem poder para mudar. Então, não adianta ficar justificando. Viva com o dinheiro que você tem”.

- Cuidado com as promoções. “Conheço uma história de uma moça que encheu um carrinho de alfaces, que estavam a 1 centavo. Sim, estava muito barato. Mas ela vai comer um carrinho de alface? Por mais que seja barato, veja se você realmente precisa daquilo”.
O casaco está em liquidação. “Mas você vai usar? Será que fará frio? A moda será a mesma? Você terá que pensar muito bem se vai valer a pena aproveitar as promoções”.

- Reserve uma verba para extravagâncias. “Se você gosta de gastar, calcule o quanto você pode por mês. Deixe um cartão só para esses gastos, com um limite, por exemplo. Esse a pessoa pode torrar, pois já estava planejado”.

- Cuidado com a frase “eu mereço”. “Você não pode merecer coisas caras todo dia. É muito mais prazeroso você comer em um restaurante caríssimo de vez em quando, sem culpa, do que comer sempre, com culpa”.

- Não faça parcelamentos justos ao seu salário. Tenha uma margem de segurança e reserve um percentual para imprevistos. “O maior perigo dos parcelamentos grandes são as surpresas. Você não sabe se, ao longo daquele financiamento, precisará de dinheiro”.

- Lembre-se que pessoas endividadas são desagradáveis. “Ficam nervosas, pois não têm dinheiro para nada. Os amigos ficam tímidos de falar de compras perto delas, não as convidam para sair, pois sabem que não podem gastar… Não queira ser assim”.

- Pare de achar que tudo é barato. “Quando a gente não dá valor, economiza. Quando for gastar, compare com o mercado; mesmo que lhe pareça uma pechincha, pesquise”.

- Fique de olho no supermercado. Alimentação boa é barata. “Caras são aquelas comidas industrializadas que fazem mal. Se você se alimentar melhor, poupa dinheiro e tem mais saúde”. Vale, por exemplo, comprar um sabão dois reais mais barato. “Parece pouco, mas somando todos os itens que precisam ser comprados, a diferença é grande. Além disso, compre sempre nas quantidades certas”.